A geopolítica do petróleo e o impacto económico para Angola

A Geopolítica do Petróleo e o Impacto Económico para Angola

The eighteenth conference, in Portuguese:

Africa Sessions 18

Tuesday June 14, 2022
18.00h – GMT (Lisbon Time)

Vivemos atualmente numa sociedade caracterizada pelo fenómeno da globalização crescente, com impacto na economia, finanças, no desenvolvimento e na segurança. Neste contexto geopolítico energético desafiante e complexo, as Organizações e os Estados assumem, cada vez mais, um papel de relevo na criação de condições de negócio no sentido de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

A geopolítica energética, nomeadamente as questões relacionadas com o gás natural e o petróleo e a necessidade urgente de acesso a novas e mais estratégicos mercados de hidrocarbonetos, motivado pela recente crise na Ucrânia, passou assim a dominar as agendas internacionais, ocupando grande parte das atividades e iniciativas estratégicas realizadas pelas Organizações e pelos Estados, num processo dinâmico e interdependente, mas nem sempre fácil e com consequências positivas.

Assim, a colaboração estratégica entre atores Estatais e não Estatais vem assumindo especial relevância na economia global, e especialmente em África onde existe uma janela de oportunidade para reforçar a sua presença no mercado global de hidrocarbonetos, beneficiando as economias regionais africanos e essencialmente os países produtores.

Neste contexto, existe para Angola uma reflexão que se torna necessária e urgente realizar, respondendo à sempre difícil questão de saber quais os reais impactos para Angola desta “nova” geopolítica do petróleo.

Neste paradigma inovador de economia global, para fazer face aos atuais desafios energéticos emergentes, importa assim analisar e debater sobre os principais desafios e oportunidades que se colocam aos Africanos e mais concretamente a Angola e face da “nova” geopolítica do petróleo no século XXI.

PARTICIPANTS

Salim Valimamade

Salim Valimamade

Professor

Professor na Universidade Católica de Angola Cofundador da GSP/Africa Sessions
Luís de Almeida

Luís de Almeida

Professor

Especialista em Energia e Hidrocarbonetos
Luís Neves

Luís Neves

Professor

Senior Oil Trader at SONANGOL

MODERADORES

Francisco Proença Garcia

Francisco Proença Garcia

Professor Doutor

Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. Coordenador Científico da Pós-Graduação “Inteligence e Estudos de Segurança”
Luis Bras Bernardino

Luis Bras Bernardino

Coronel do Exército

Professor e Investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL)
Especialista em temas de Segurança e Defesa Africana
Membro da Global Strategic Platform (GSP)

A Segurança Global. Desafios e oportunidades para África

A Segurança Global.
Desafios e oportunidades para África

The seventeenth conference, in Portuguese:

Africa Sessions 17

Wednesday March 30, 2022
18.00h – GMT (Lisbon Time)

Vivemos atualmente numa sociedade caracterizada pelo fenómeno da globalização crescente, com impacto direto na economia, finanças, no desenvolvimento e na segurança. Neste contexto geopolítico desafiante, as Organizações e os Estados assumem, cada vez mais, um papel de relevo na criação de condições de segurança no sentido de contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

A segurança global passou assim a dominar as agendas internacionais, ocupando grande parte das atividades e iniciativas estratégicas realizadas pelas Organizações e pelos Estados, num processo dinâmico e interdependente, mas nem sempre fácil e com consequências positivas.

Assim, a colaboração estratégica entre a cooperação bi e multilateral, envolvendo atores Estatais e não Estatais vem assumindo especial relevância no mundo global, e especialmente em África onde a relação e o equilíbrio entre desenvolvimento e segurança torna-se fundamental para as sociedades.

Neste paradigma inovador de segurança global, para fazer face aos atuais riscos e ameaças securitárias emergentes, importa analisar e debater sobre os principais desafios e oportunidades que se colocam aos Africanos e a África para o século XXI.

PARTICIPANTS

LUCA BUSSOTTI

LUCA BUSSOTTI

Professor Doutor

Professor e Investigador no Centro de Estudos Avançados da Universidade Federal de Pernambuco – Brasil

ANA CARINA S. FRANCO

ANA CARINA S. FRANCO

Doutoranda

Doutoranda em Relações Internacionais na Universidade Nova de Lisboa; Bolseira de Investigação no Instituto Português de Relacionais Internacionais – IPRI NOVA.

MIGUEL M. AJÚ

MIGUEL M. AJÚ

Professor Doutor

Professor Doutor Investigador no Centro de Estudos Internacionais (CEI) do Instituto Universitário de Lisboa (IUL-ISCTE)

FRANCISCO RAMOS DA CRUZ

FRANCISCO RAMOS DA CRUZ

Brigadeiro Forças Armadas Angolanas

Brigadeiro Forças Armadas Angolanas Doutorando em Relações Internacionais no ISCTE-IUL e Comentador político na Radio Nacional de Angola

MODERADORES

ANTÓNIO FERREIRA DA CRUZ

ANTÓNIO FERREIRA DA CRUZ

Tenente-Coronel GNR

Professor de Geopolítica no Instituto Universitário Militar (IUM) em Portugal

Luis Bras Bernardino

Luis Bras Bernardino

Coronel do Exército

Professor e Investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL)
Especialista em temas de Segurança e Defesa Africana
Membro da Global Strategic Platform (GSP)

Cibersegurança. Uma problemática global.

Cibersegurança
Uma problemática global

The sixteenth conference, in Portuguese:

Africa Sessions 16

Thursday February 17th, 2022
18.00h – GMT (Lisbon Time)

O ciberespaço tem mudado a forma como nos relacionamos na sociedade dos dias de hoje, seja no contexto do indivíduo, das organizações, das empresas ou do Estado, eliminando as múltiplas barreiras societais, tais como a geográfica e o conceito de espaço e de fronteira, pois as distâncias físicas passaram a ser irrelevantes, ou a temporais, onde a questão dos fusos horários e da distância relativa perderam relevância e significado geopolítico e geoestratégico.

Por outro lado, o ciberespaço permite realizar uma diversidade enorme de atividades, sendo que muitas estão associadas ao desenvolvimento social e económico, mas outras decorrem de interesses perniciosos para a nossa sociedade. Estas últimas estão associadas a atores que se aproveitam da facilidade de anonimato que o ciberespaço permite, alguma sensação de impunidade, bem como da dificuldade de imputação, o que por sua vez prejudica a ação das forças que zelam pela proteção dos seus cidadãos, empresas e País, nomeadamente em África onde esta temática ainda é pouco trabalhada.

Neste contexto, considera-se que o carater assimétrico e disruptivo das ações que podem ser efetuadas também é uma caraterística particular do ciberespaço, o que torna mais complexa a ação de proteção e a defesa dos interesses dos cidadãos, das Empresas e dos Estados.

A cibersegurança atua neste domínio e tornou-se num paradigma essencial que passou a fazer parte da nossa realidade global e muito em particular em África. Neste contexto, importa discutir, compreender e estabelecer padrões de comportamento e regras de conduta que serão o garante de que mantemos a nossa integridade, segurança e soberania nacional.

PARTICIPANTS

HÉLDER DE JESUS

HÉLDER DE JESUS

Capitão-de-mar-e-guerra

Marinha Portuguesa Especialista em Cibersegurança e Ciberdefesa

DANIELLE JACON AYRES PINTO

DANIELLE JACON AYRES PINTO

Professora Doutora Investigadora

Especialista em Defesa Cibernética
Portugal / Brasil
JOSÉ CARLOS LOURENÇO MARTINS

JOSÉ CARLOS LOURENÇO MARTINS

Professor Doutor

IP Luso e na Academia Militar – Portugal.
Consultor Sénior em Segurança da Informação e Cibersegurança na empresa Pahl_Data
AFONSO GARRIDO “MOSQUITO”

AFONSO GARRIDO “MOSQUITO”

Major Engº

Administrador de Redes e Sistemas nas Forças Armadas de Angola

MODERADORES

ASSIS MALAQUIAS

ASSIS MALAQUIAS

Professor Doutor

Diretor do Departamento de Estudos Globais e Assuntos Marítimos da Academia Marítima da Universidade Estatal da Califórnia.
Especialista em segurança em Defesa em África
Presidente da Global Strategic Platform (GSP)
Luis Bras Bernardino

Luis Bras Bernardino

Coronel do Exército

Professor e Investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL)
Especialista em temas de Segurança e Defesa Africana
Membro da Global Strategic Platform (GSP)

Transição Energética em Africa

TRANSIÇÃO ENERGÉTICA EM AFRICA

The fourteenth conference in the cycle,

Africa Sessions 14

Terça-Feira 14 de Setembro 2021 (Hora de Lisboa).

Os desafios sobre a segurança energética e das alterações climáticas (acordo de Paris) têm levado a muitos países a adoptarem uma matriz (novos sistemas) de produção de energias mais limpas e amigas do ambiente – A designada Transição Energética (TE). A transição energética subiu para o topo da agenda nas salas de reuniões das maiores empresas de petróleo e gás do mundo. Com a electrificação e a energia renovável em ascensão, as “Big Oil” estão a esforçar-se para se adaptar a uma transformação que pode eventualmente tornar os seus negócios obsoletos se eles não se agarrarem às oportunidades que ela traz.

A transição energética que consiste na substituição de fontes primárias de energias fósseis, como o petróleo e o gás, por fontes de energia renováveis – como a solar, eólica e hidroeléctrica. A TE representa uma ameaça à produção de petróleo e gás no longo prazo, uma vez que a energia solar e a eólica estão a ganhar terreno a nível da oferta de energia, enquanto veículos eléctricos de menor custo e melhor tecnologia de baterias estão a impulsionar grandes mudanças no lado da procura global por petróleo.

O resultado pode ser uma venda maciça de activos, pois os maiores produtores de petróleo concentram a sua produção de petróleo e gás nos países onde estas matérias primas são mais baratas e fáceis de produzir.

Para percebermos a competitividade gerada pela transição energética basta observarmos que o custo de energia fotovoltaica (solar) e eólica (vento) diminuiu 82% e 40% respectivamente, em menos de 10 anos. Hoje, a energia fotovoltaica é já a forma mais barata de produção de energia, o que se reflecte na economia de mercado com muitos consumidores a sentirem-se atraídos pela óptima relação produção-preço.

Em face disto, a Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) estima que a procura mundial por energia fóssil, incluindo petróleo e gás, comece a diminuir já a partir de 2025, levando a que o mercado passe a consumir mais energias renováveis do que fósseis a partir de 2050.

A Transição energética levou as petrolíferas a reduzir os investimentos em combustíveis fosseis, ou seja, nos activos de petróleo e gás e a aumentarem os investimentos em energias menos poluentes. As multinacionais de petróleo e gás europeias já identificaram os activos da sua actual principal área de negócios, o petróleo, que pretendem vender a nível mundial. As majors pretendem manter na sua carteira de negócios apenas activos de petróleo, ou seja blocos, que estejam em países em que produzir crude é mais barato e mais rentável.

Este facto explica a eminente fusão de activos da BP e da ENI em Angola uma vez que em cima da mesa esteve a ser avaliada a possibilidade da primeira vender alguns activos de petróleo e de gás no mundo e alguns destes no país africano.

Alias as empresas estão a transformar-se de empresas de petróleo e gás para empresas de energia. Como resultado desta transformação, grandes produtores europeus como a Total já se transformaram em empresas de energia. Recentemente, a petrolífera francesa fez um rebranding passando a chamar-se Total Energies.

Sabemos que algumas iniciativas para TE têm sido realizadas no continente africano, mas a verdade é que verificamos que a grande parte dos países africanos (tais como, Angola, Nigéria, Gabão,etc…) estão ainda muito dependentes das receitas provenientes dos recursos energéticos fósseis e menos amigas do ambiente.

Adicionalmente, as descobertas de mais reservas destes recursos fósseis, efectuadas recentemente (“stranded assets” – entende –se que sejam aqueles activos que perdem valor “antes do final de sua vida económica), colocam esses países num grande dilema sobre os seus objectivos de crescimento e desenvolvimento económico e social (SDG 7), utilizando os recursos disponíveis, ou alterar a sua matriz de produção energética para cumprir os objectivos de menor emissão de carbono a nível mundial, tendo em conta ainda, que África tem a menor taxa de acesso de energia e consumo, e é responsável por menos de 5% de emissão de carbono a nível mundial.

Está claro que é urgente os países africanos prepararem-se em conformidade.

Nesta sessão vamos analisar os desafios e soluções que a transição energética coloca aos produtores e consumidores de petróleo no Mundo em especial aos países africanos cujas economias dependem deste comoditie.

PARTICIPANTS

LUIS MIRA AMARAL

LUIS MIRA AMARAL

Professor Catedrático Convidado

Instituto Superior Técnico de Lisboa

Frederico Martins Correia

Frederico Martins Correia

Partner

Deloitte Energy/Oil & gas
Luis Correia Neves

Luis Correia Neves

Senior oil Trader

MODERATOR

Fernanda Marques

Fernanda Marques

Ceo

CEO do ITREN
Instituto da Transição Energética
Joel Costa

Joel Costa

Jornalista

Jornalista no Jornal Semanário Angolano Expansão

Terror ao Norte de Moçambique. Causas e Consequências para a Segurança Internacional

The Tenth conference in the cycle in Portuguese Language,

Africa Sessions 10:

Terror ao Norte de Moçambique. Causas e Consequências para a Segurança Internacional

10 Abril de 2021 às 17h, (GMT – Lisbon Time).

 

    1. Luiz Lisboa, ex-Bispo de Pemba, antes de viajar para o Brasil no início deste ano, vinha avisando desde 2017 a Comunidade Internacional sobre a espiral crescente de violência na província de Cabo Delgado, em Moçambique. Afirmava com frequência que “…o povo tem andado de lá para cá, e de cá para lá, correndo atrás da própria vida…”.

    A província de Cabo Delgado fica longe de quase tudo, no extremo norte de um país que tem múltiplos problemas de segurança e de subdesenvolvimento para resolver, e que sempre se centrou mais no sul do que no norte. São cerca de 2000 km entre Mocímboa da Praia ou Palma no extremo norte, na fronteira com a Tanzânia, nas margens do Rio Rovuma e a capital – a cidade de Maputo. Uma região que devido às suas riquezas naturais e essencialmente à exploração de gás natural na região de Pemba vem atraindo a atenção da Comunidade Internacional e das grandes empresas internacionais na expectativa de um lucro fácil e potencialmente seguro…

    Contudo, nada é fácil, e muito menos seguro, nesta região ao norte de Moçambique. Precisamente em Mocímboa da Praia, onde os primeiros rumores de massacres indiscriminados e decapitações surgiram já este ano e o recente ataque a Palma com várias mortes e relatos de combate entre os terroristas e as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique transportaram o conflito para uma dimensão regional e global.

    Importa perceber quais são as principais razões do conflito. Refletir sobre o impacto para a segurança das populações e para o desenvolvimento de Moçambique, e percecionar o contexto regional e internacional de intervenção. E ainda ver de que forma podem ser encontradas estratégias para pacificar e resolver um problema securitário que transportou Moçambique e a Província de Cabo Delgado para uma das regiões de maior conflitualidade em África e no Mundo.

    PARTICIPANTES

    Fátima Minbire

    Position: Jornalista e defensora de Direitos Humanos (Maputo)
    Categories: AS10

    Fátima Minbire

    Jornalista e defensora de Direitos Humanos (Maputo)

    Paola Rolletta

    Position: Jornalista
    Categories: AS10

    Paola Rolletta é jornalista italiana e foi correspondente da Agência LUSA, RTP e do semanário “EXPRESSO” de 1995 até 2002. Em 2002 mudou-se para Moçambique para trabalhar como gestora de um projecto sobre liberdade de imprensa e liberdade de expressão. Trabalhou em Moçambique como jornalista freelancer. Em 2018 regressou a Itália onde continua a sua actividade de jornalista independente, colaborando com vários órgãos de comunicação Portugueses e Moçambicanos.

    Paola Rolletta

    Jornalista

    Liazzat Bonate

    Position: Professora de História Africana na Universidade das Índias Ocidentais (UWI), Santo Agostinho em Trinidad e Tobago
    Categories: AS10

    Professora de História Africana na Universidade das Índias Ocidentais (UWI), Santo Agostinho em Trinidad e Tobago. Lecionou no Centro de Estudos Africanos e no Departamento de História da Universidade Eduardo Mondlane em Moçambique. Mestrado em História Africana pela Northwestern University (EUA). Mestrado em Sociedades e Culturas Islâmicas pela SOAS (School of Oriental and African Studies), University of London, UK. Doutoramento em Estudos Históricos pela Universidade da Cidade do Cabo (2007). Pós-Doutoramento em “Públicos muçulmanos contemporâneos e ONG islâmicas internacionais em Moçambique” no Departamento de Estudos Religiosos e no Centro de Islão Contemporâneo da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul.

    Liazzat Bonate

    Professora de História Africana na Universidade das Índias Ocidentais (UWI), Santo Agostinho em Trinidad e Tobago

    Jorge Cardoso

    Position: Diretor do Órgão de Assuntos Políticos, de Defesa e Segurança do Secretariado da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) Especialista em segurança regional na região da SADC
    Categories: AS10

    Jorge Cardoso

    Diretor do Órgão de Assuntos Políticos, de Defesa e Segurança do Secretariado da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) Especialista em segurança regional na região da SADC

    Jorge P. Silva

    Position: Especialista em segurança, inteligência marítima e segurança energética em Moçambique
    Categories: AS10

    Jorge P. Silva, luso-moçambicano, licenciado em Relações Internacionais e Cooperação, especialista em Gestão e Desenvolvimento Sustentável dos Oceanos. Pesquisador de Ciência Oceânica do Oceano Indico. Analista de segurança marítima e segurança portuária. Consultor de inteligência marítima. Orador convidado de várias instituições nacionais e internacionais.

    Jorge P. Silva

    Especialista em segurança, inteligência marítima e segurança energética em Moçambique

    Emílio Jovando Zeca

    Position: Investigador no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais da Universidade Joaquim Chissano em Maputo (CEEI/UJC)
    Categories: AS10

    Doutor em Estudos Estratégicos Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Mestre em Resolução de Conflitos e Segurança Nacional; Especialização em Segurança Nacional e Direito à Informação pelo Galilee International Institute de Israel; Licenciatura em Relações Internacionais e Diplomacia pelo Instituto Superior de Relações Internacionais de Moçambique; investigador do Departamento de Paz e Segurança no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais – CEEI/UJC de Moçambique. Especialista na área de Segurança Internacional, Estudos Estratégicos, Estudos de Segurança, Inteligência Governamental e Estudos de Paz e Conflito.

    Emílio Jovando Zeca

    Investigador no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais da Universidade Joaquim Chissano em Maputo (CEEI/UJC)

    Énio Viegas Filipe Chingotuane

    Position: Investigador no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais do Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI)
    Categories: AS10

    Énio Viegas Filipe Chingotuane

    Investigador no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais do Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI)
    MODERADORES

    Luis
    Bras Bernardino

    Position: Professor e Investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL) Especialista em temas de Segurança e Defesa Africana
    Categories: AS7, AS8

    Luís Manuel Brás Bernardino é Tenente-Coronel de Infantaria do Exército Português, habilitado com o Curso de Estado-Maior e é membro da Direcção da Revista Militar. Foi Assessor Militar do General CEMGFA e professor de Estratégia e Relações Internacionais na Academia Militar em Lisboa. Detêm uma Pós Graduação em Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), é Mestre em Estratégia pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade Técnica de Lisboa e Doutorado (2012) em Relações Internacionais pela mesma Universidade. Actualmente, desenvolve investigação no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL) na vertente da segurança e defesa internacional, especialmente no continente Africano e na CPLP. Membro da Comissão de Relações Internacionais da Sociedade de Geografia de Lisboa, sócio correspondente do Centro de Estudos Estratégicos de Angola (CEEA), professor visitante na Universidade Lusíada em Angola (ULA), membro da International Political Science Association e é investigador no Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Academia Militar (CINAMIL). Participa regularmente em seminários nacionais e internacionais e publica regularmente artigos em revistas da especialidade sobre a temática da segurança e defesa em África e da CPLP. Desempenhou funções de professor de Estratégia e Relações Internacionais na Academia Militar em Lisboa. Actualmente, desempenha funções no NATO Joint Force Command Brunssum (JFCBS), na Holanda.

    Luis
    Bras Bernardino

    Professor e Investigador no Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL) Especialista em temas de Segurança e Defesa Africana

    Prof. Assis Malaquias

    Position: Chair California State University
    Categories: Chair

    Professor e Director do Departamento de Estudos Globais e Assuntos Marítimos da California State University (Maritime Academy). Ele também é associado do Centro Corbett para Estudos de Política Marítima, King’s College, University of London. Foi Conselheiro de Segurança Marítima no Exterior no Africa Bureau, Departamento de Estado dos EUA e Director Académico de Economia da Defesa no Centro Africano de Estudos Estratégicos da Universidade de Defesa Nacional dos EUA. As nomeações anteriores do Professor Malaquias incluem: Reitor Associado de Estudos Internacionais e Interculturais e Professor de Governo na St. Lawrence University em Canton, Nova York; Professor Associado Extraordinário de Estudos Políticos da Universidade de Western Cape na África do Sul; e um professor visitante na Stellenbosch University, também na África do Sul. Tem um B.A. (Honras) em Ciência Política pela University of Winnipeg, um mestrado em Economia e um Ph.D. em Ciência Política pela Dalhousie University, Canadá. Suas áreas de especialização incluem Relações Internacionais, Estratégia, Segurança Internacional e Segurança Marítima.

    Prof. Assis Malaquias

    Chair California State University